nada

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* do desassossego de espírito: o prelúdio apático da inconstância na escrita… é a retaliação da alma perante as tarefas do cotidiano.

Ainda que a mente rodopie a cada minuto que passa, a vida cotidiana me impossibilita de alinhar todos os resquícios de devaneios que brotam exaustivamente. Sistema. Chego a tal ponto que, às vezes, sinto-me máquina, não-humana – como se meus processos fisiológicos já não mais valessem a pena neste cenário cimentado de concretos. Concreto-chão. Concreto-realidade. No mais, o nada acaba por fazer mais sentido do que todo o resto do Mundo que insiste em rodear o corpo.

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