Monthly Archives: June 2014

da consequência

*Não é para entender.

** do apêndice e das notas de rodapé.

Sempre coloquei que se deixasse que fosse e quando, de fato, fosse embora, teríamos um eu que começa e termina nele mesmo. Um alguém que se perde nos seus ninguéns e declara auto-suficiência precoce. Um eu que já não dói, mas também não “desdói”. Nunca coloquei todos essas verdade assim tão às claras, na bem das verdades; no entanto, o plano de fundo sempre foi esse: quando partisse de mim, enrijeceria eu. Pois bem, desta forma encontro-me.

Não há muito sobre o que divagar dessa vez, posto que este relato pretende ser mais uma síntese do que venho escrevendo e uma afirmação da minha condição do que mais um texto de veracidade dúbia, que é – basicamente – o sabor dos meus esconderijos. Poderíamos, sem problema algum, continuar refletindo e elencar o quanto martelei na minha mente tal hipótese e que agora esta se faz presente. No limite, teríamos o mesmo do mesmo: eu terminaria o pensamento impondo a resposta de que previ o futuro.

Em suma, digo adeus a tudo isso que achei que seria eterno. E, marco no dia de hoje o meu assumir disto que estou. Uso conscientemente tal pronome por ser, ainda que definida, indefinida.

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