guia dos desamores {parte 1 – dos foras}

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*A imaginação de vocês vai ter que lembrar da minha voz e do meu jeito.

**Boa sorte com a leitura, Tamiris do Parênteses.

***Se não gostou, me lambe (sempre com classe)!

****Todos sabem que eu não sou conhecida por ter TATO na comunicação (ainda mais com conselho pra amigas!), então não esperem um texto fofo passando a mão na cabeça, porque né: soy yo.

                São Paulo. Fim de tarde. Transporte público. Nada mais justo do que eu começar a pensar um pouco no Metrô indo pra casa e ter uma epifania.

                Antes de qualquer coisa, já vou adiantar a conclusão: 2013 é um ano muito bonito para que os meus textos melancólicos tomem conta desse blog (não entrem em desespero, eles existirão, podem apostar!). É o seguinte: todos que estão convivendo comigo nesse último mês e alguns dias conseguem sentir a vibração de desapego exalando da minha carne combinado com o fato de que eu estou pouco ligando caso o Mundo acabe e as pessoas explodam, desde que elas explodam felizes e satisfeitas com suas almas, acho que está tudo certo. De qualquer forma, é importante vocês tomarem conhecimento dessa minha nova fase do “que se dane, quero é ser feliz” e que lembrem-se sempre de que “eu não nasci para relacionamentos sérios… na verdade, para relacionamentos”: sou uma alma livre, não tente me deter.

                Vou parar de loucura e flashback e ir para o tópico dessa postagem – tópico que eu considero importante (IMPORTANTÍSSIMO!). O ponto aqui é claro e é um só: desamores, como lidar? Acho que todo mundo já passou por certa quebra de expectativa depois do primeiro, segundo, quarto mês que seja. Logo, aqui vai meu guia, sim: EU escrevendo um guia sobre desamores para tentar organizar toda essa esquisitice no modo com o qual o karma (vulgo: homem, menino, macho, marmanjo) é tratado.

                Atualmente, eu tenho uma amiga que está realmente mal, porque o Cara Chato começou a agir indiferente e, depois de um tempo, ignorá-la. E ninguém sabe o motivo ainda. Vamos lá: se você não sabe o que está acontecendo nesse (fim de?) relacionamento, chorar não será a solução dos seus problemas. Chorar sem saber o porquê não vale o esforço. Posto isso, encara de uma vez: ou você chora sabendo todos os motivos e tendo levado um fora DIREITO  ou você engole o choro e vive com a dúvida. Sendo que na primeira opção você não só pode, mas deve ir atrás do tal, porque cara nenhum, depois de te deixar no off, vai ir te procurar pra te explicar linha por linha. Simples e prático. Daí você me pergunta: não pega mal ligar? Eu te respondo: “Não sei se é porque eu vivo dos meus impulsos e vontade de sempre saber da verdade que eu vou até o final. Ligo mesmo, mando mensagem até o (maldito!) ser humano me atender”. O raciocínio é o seguinte: se conforma, você já perdeu, não tem volta, que o mundo acabe em chamas, que se ferre o resto e vá perguntar o porquê. Haja vista que se o cara não tem consideração por você: TENHA AUTO-CONSIDERAÇÃO, por favor, produção.

                Outra coisa, sem bancar a pobre coitada (personagem principal da Malhação) falando que “não merecia isso”. Concordo, ninguém merece ser largada ao léu, acho que a partir do momento que um pequeno relacionamento começa a se estabelecer, deve existir aquela coisa chamada consideração e aquela outra… Ah, o respeito. Mas, um passo por vez: príncipes não existem e sapos não virarão príncipes. Segundo, alguém me explica qual o intuito de ficar remoendo os acontecimentos ruins (ad infinitum!) se também ocorreram acontecimentos bons (Obrigada, Rafaella, essa é sua… Mas, desculpa, nunca serei)? Isso, no fundo, nos ajuda a crescer e ficamos ainda mais fortes. Ele pode ou não ser o amor da sua vida, você pode ou não tê-lo visto numa leitura de borra de café, mas o que passou passou e, em algum momento, foi bom.

                Não vou falar de timing, porque acho que não ajuda nesses momentos, só te faz guardar aquela esperança de que vai voltar e vocês serão felizes para sempre… Corta a cena: você não está num filme hollywoodiano. Alô, vida real. O que eu quero deixar aqui – nos autos – é que tudo se resume a matemática: só é pensar em quantos homens e mulheres existem. Imagina só, é muita gente, até você achar o “””cara ideal””” (tooooda essa babaquice), você INFELIZMENTE vai ter que passar por todos os caras que você achou que fossem o ideal. Vai se quebrar, vai chorar, vai usar moletom, vai ficar com a cara inchada, vai ter que usar óculos escuro no dia nublado, vai ter que cair no álcool e na noite paulistana (esses últimos dois termos eu excluo do INFELIZMENTE… Porque né, me respeita!). Existem muitas outras pessoas por ai vagando. Às vezes, deu errado porque tinha que dar, para que outras portas e pessoas passassem na sua vida para te agregar algo.

Moral da História: Passado é passado, encrenca é encrenca, 2013 é muito bonito. Esqueçamos os fantasmas e “vamo que vamo”, porque o tempo urge e a Sapucaí é grande!

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