walt disney world

“pray for never wake up from our dreams”

So called “where dreams come true”

Eu queria fazer um post memorável sobre a Disney, mas é impossível – sendo bem franca.

Eu nunca fui do tipo de pessoa que insistia para ir pro fantástico e mágico Walt Disney World; nunca nem imaginei que fosse pra lá tão cedo, ou melhor, nunca imaginei que fosse conhecer a Disney primeiro que a Europa, mas aconteceu, e quem sou eu pra reclamar, não é mesmo?

Eu posso dizer que a Disney foi uma das melhores viagens da minha vida (até agora – não significa que o Nordeste e o Sul do Brasil não sejam mais incríveis, nem que Buenos Aires não tenha seu glamour). Não digo isso porque estava sem os meus pais, nem porque gastei horrores sem ter alguém do meu lado me controlando, nem porque é clichê dizer que a Disney foi única, muito menos pelo fato de ter ido pra Orlando. Digo isso por ter aprendido muito nesses 15 dias.

A Disney me fez ver o quanto eu sou descontrolada – não que eu ainda tivesse dúvidas quanto a isso, mas foi bom trazer para o Mundo Real as turbulências pro meu subjetivo. Percebo agora que sem certas pessoas eu não seria nada, e não sei como vou sobreviver sem algumas dessas mesmas quando elas se forem. Aprendi que nunca é tarde para fazer amigos, que nunca é tarde para conhecer melhor os conhecidos. Lá da Disney eu pude sentir que nenhum abraço é igual, por mais que pareçam, não são; senti incessante necessidade de abraços do Brasil. Descobri sentimentos em mim até então trancafiados, e descobri que amores não são feitos pra durar; sinto-me livre. Vi que existem pessoas que eu não saberia viver sem, principalmente aquelas que eu só alfineto, ou aquelas que eu tento ficar sem falar; mesmo elas sendo uma só. É, a Disney me ajudou de alguma forma. Now I think I know what’s worth fighting for or living for.

Well, nem tudo fora reflexão, minhas e meus carxs: vamos ao que interessa, o resumo do meu “diário de bordo”. Primeiramente, preciso ressaltar que em Orlando eles só sabem fazer fogos de artificio com música de fundo, fogo na água, cineminha 3D que te molha, e simuladores. Sem brincadeira nenhuma, essas são as ÚNICAS coisas que existem por lá em qualquer parque que você pisar. Ah, e claro, as inúmeras montanhas russas por metro quadrado… INCONTÁVEIS. Outro ponto que eu acho que vale ressaltar é que a DISNEY SUCKS, tirando o Disney’s Hollywood Studios, o resto é muito princess for me. Bom mesmo foram os dois parques da Universal, e eu não tô falando isso só por causa d’O Mundo Mágico de Harry Potter, mas sim porque a Universal ganha de 10 a zero da Disney em qualquer quesito. Por último, mas não menos importante (na verdade, é), a dica que não é nova para ninguém: os shoppings e outlets são MUITO bons, sério, comprei cada coisa lá, uma pechincha. É bem como dizem: bom, bonito e barato! (risos)

E, pra variar, vamos para a parte que todxs querem ler: eu me lascando.

Onde já se viu ir para a Disney, tirar foto com o Mickey e depois O FILHA DA MÃE TE EMPURRAR? Ridículo. Sem contar as máquinas fotográficas perdidas. Um pesadelo atrás de outro. Enfim, seguindo: cheguei a conclusão que nem pra Tiete (de falsa celebridade, no caso os irmãos Suritas) eu sirvo! Usemos o raciocínio lógico: os meninos chegam lá no lugar do café da manhã, e um dos monitores estava com eles, eu chego pro monitor (FOX) e falo “Ô Fox, onde é o banheiro?” ele diz “Ali” e aponta; quando vou passar pelo meninos solto uma “Nossa, mas cadê o resto do grupo?” e saiu andando. Na volta do banheiro, eu DIVA tropeço no Dudu Surita e solto um “Desculpa ae”. Depois fui descobrir que eram os tais dos Suritas, não me contive: na hora que eles passaram pela minha mesa FIZ QUESTÃO de pedir foto e ainda tive a pachorra de ficar com o lenga-lenga de “essa foto n ficou boa, quero outra”. Eles foram muito simpáticos, acabou que eu tinha cinco fotos com eles em um café da manhã. Conclusão: acho que deveríamos parar de julgar sem conhecer! Enfim, eu sempre sortuda, consegui chegar com um Mickey quebrado dentro da mala. SEM CONTAR que eu cai saindo de um brinquedo lá no Magic Kingdom. Não lembro de mais nada de tão ‘lame’.

Em suma, foi isso. Agora é voltar para a realidade, ou seja, arranjar espaço no quarto pra enfiar tudo que eu trouxe de lá (sim, eu fui com UMA mala e voltei com TRÊS), começar a por minhas tarefas escolares em dia e voltar a pensar no VESTIBULAR. Crying blood!

See ya, folks!

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